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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fungos em Chernobyl


Isso mesmo, foi encontrado vida em Chernobyl... Para quem não sabe é uma usina nuclear onde ocorreu uma falha nas maquinas e acabou espalhando um alto nivel de radioatividade.
Com níveis mortais de radioatividade, a usina de Chernobyl, na Ucrânia, é um dos lugares mais contaminados e perigosos do planeta. Mas nas ruínas desse inferno nuclear está nascendo uma criatura bizarra: um fungo que come radioatividade. Ou melhor, não apenas um: pesquisadores dos EUA descobriram que há 37 espécies mutantes crescendo em Chernobyl. Elas foram descobertas numa inspeção de rotina, quando um robô vistoriava o interior da usina e encontrou uma meleca preta crescendo pelas paredes do reator 4 – o mesmo que explodiu e provocou, em 1986, o pior acidente nuclear da história. Como é possível que, além de sobreviver à radiação, algum ser vivo consiga se alimentar dela? "Nossas pesquisas sugerem que os fungos estão usando um pigmento, a melanina, da mesma forma que as plantas usam a clorofila", diz a cientista Ekaterina Dadachova. Ou seja: os fungos teriam sofrido mutações que os tornaram capazes de fazer uma espécie de "radiossíntese", transformando radiação em energia. Dentro da usina, os fungos mais comuns são versões mutantes do Cladosporium sphaerospermum, que provoca micose, e a Penicillium hirsutum, que ataca plantações de alho. Mas como elas foram parar em Chernobyl? Afinal, o reator foi selado por uma caixa de concreto, o chamado "sarcófago", após o acidente de 1986. "Os fungos penetraram pelas brechas", acredita o biólogo Timothy Mousseau, da Universidade da Carolina do Sul. Será que, como num filme de terror, os monstrinhos atômicos podem sair da usina e se espalhar pelo mundo? Eles podem escapar do mesmo jeito que entraram, passando por brechas e rachaduras nas paredes. Mas, sem radioatividade para comer, não se dariam bem fora da usina. "Geralmente, os organismos que conseguem se sair bem em um local extremamente hostil têm dificuldades em outros ambientes", diz Mousseau.

3 comentários:

Anônimo disse...

Estou achando essa notícia um tanto estranha por que não consigo encontrá-la em veículo oficiais, apenas em blogs e na "Superinteressante", cuja credibilidade é duvidosa. Esses fungos são uma descoberta e tanto! Se eles realmente absorvem radiação e a convertem, então por que não são estudados? Eles podem ser a resposta para o controle de desastres nucleares e também para a produção eficiente e limpa de energia. E mais: se há a possibilidade dessa forma de vida estruturalmente modificara sair de lá da mesma forma que entrou, não é melhor possuirmos um estudo sobre ela para sabermos quais riscos oferece se em contato com o restante da natureza? Ora, esse fungo é um descoberta incrível e pode ser a melhor oportunidade de Tese/descoberta Científica da vida de qualquer Químico, Físico ou Biólogo. Todavia não consigo compreender o porquê de não haver notícias nos veículos oficiais de mídia e as informações que se tem serem tão parcas e sem fontes de referência.

Anônimo disse...

Sou o mesmo anônimo do comentário acima. Pesquisei e encontrei as fontes da informação sobre os fungos em Chernobyl. A Ph.D. Ekaterina Dadachova, funcionária do Albert Einstein College of Medicine, é quem, aparentemente, está conduzindo as pesquisas. Veja aqui os links de reportagem sobre o tema:
# FoxNews: http://www.foxnews.com/.../black-fungus-found-in.../
# Institute for Creation Research (ICR): http://www.icr.org/.../life-thrives-amid-chernobyls.../
# ScienceDaily: http://www.sciencedaily.com/rele.../2007/05/070522210932.htm

Anônimo disse...

se um asteroide estivesse em rota de colisão com a terra, com tempo de 7 meses previsto para o impacto. tu acha que ficaria sabendo, antes de ver ele caindo aqui??/

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